#EarthDayAtHome

#EarthDayAtHome

A 22 de abril de 1970, 20 milhões de pessoas saíram à rua nos Estados Unidos para, entre protestos, palestras e debates, alertar para a necessidade de preservar os recursos naturais e controlar o impacto das ações humanas no planeta. Eram sobretudo jovens estudantes e, em plena Guerra do Vietname, trouxeram a semente do movimento ambientalista que o mundo veria florescer nos anos seguintes e agora completa meio-século de existência.

50 anos depois do primeiro Dia da Terra, hoje celebrado em mais de 190 países, a efeméride conhece uma nova forma de comemoração, o meio digital: são tempos conturbados em que a humanidade se tenta salvar de uma pandemia global ao mesmo tempo que fala a uma só voz por uma mudança efetiva. É um #EarthDayatHome, em que as habituais marchas, petições, limpezas de cidades e plantações de árvores dão lugar à mobilização online numa edição cujo tema é curiosamente a ação climática. Curiosamente, porque este novo vírus – além de ter vindo alterar a forma como vivemos e nos relacionamos enquanto espécie – ao fazer-nos abrandar, está a fazer cair para níveis históricos os níveis das emissões de C02. Só na União Europeia, a redução da atividade económica e o declínio na procura energética podem provocar uma queda de quase 400 milhões de toneladas ainda este ano, isto é, cerca de 9% da meta cumulativa de emissões da UE para 2020. A este “suspiro” planetário junta-se outra feliz evidência: a que de a Terra se está a mover mais lentamente, o que, asseguram os geocientistas, ajuda na deteção de terramotos menores, atividade vulcânica e eventos similares.

Este é um ponto de viragem. Olhando para os próximos 50 anos, a questão que podemos colocar é “Que história do planeta queremos ter em 2050? A que como o salvámos? Ou a de como o perdemos?” Parte da resposta não dependerá de nós, seres humanos, seus inquilinos. Mas o Dia da Terra chega hoje para nos lembrar de que uma visão otimista é, não só uma possibilidade, como um dever de todos os que aqui moramos, num contexto em que, melhor do que nunca, sabemos o significado da palavra “casa”.

 

Conteúdos Sustentáveis

 

A arte de Xico Gaivota

Trocou uma mala de percebes por uma mala cheia de plástico e mergulhou em busca de uma arte que dignificasse e defendesse o próprio Oceano. Que fosse, à imagem deste, intocável. Xico Gaivota toma nas mãos o que o mar devolve porque não lhe pertence para criar animais de cores vivas, na maioria marinhos, para despertar consciências. Na oitava e mais recente edição da Feed, intitulada “Circle”, demos a conhecer o beachcomber, artista e ativista e visitámos a exposição “Rethink”, no Reservatório da Mãe de Água das Amoreiras, em Lisboa.
Artigo FEED Magazine #8

 

“Why do we trust?”

É uma história com mais de 7 milhões de anos a do Homem a chamar “Mãe” à natureza, a reclamar dela tudo aquilo de que precisa para sobreviver. Em que parte estamos agora? A nova revolução verde está em marcha e, neste vídeo, a EDP Renováveis mostra por que é que devemos confiar na sua força para liderar a transição energética. O ator Pêpê Rapazote é o rosto deste projeto cujo conceito e copy têm a marca da Edit Set Go!
EDP Renováveis – Vídeo Institucional 2020

 

Waste no More

A sexta edição da Feed, intitulada “Waste”, tem o foco na sustentabilidade e aborda o desperdício (e como o evitar) não só do ponto de vista ambiental, como também humano (seja o desperdício de um talento, sonho ou mesmo de um projeto de vida). Nestas páginas, poderá encontrar a arte de Bordalo II, a entrevista ao produtor do aclamado Blue Planet II, James Honeyborne, ou ainda aprender a ser um “Happy Hero” da mudança com a especialista em sustentabilidade Solitaire Townsend. Mas a eco-friendliness da Feed não se esgota no conteúdo da revista. A impressão, levada a cabo pelo Estúdio Gráfico 21, detém certificação FSC (Cadeia de Custódia) e todos os materiais nela envolvidos são recicláveis.
FEED Magazine #6

Olhando para os próximos 50 anos, a questão que podemos colocar é “Que história do planeta queremos ter em 2050? A que como o salvámos? Ou a de como o perdemos?”

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